Abriu no sábado, 17 de outubro, no Landesmuseum Württemberg, em Stuttgart, na Alemanha, a exposição “Zier & Zeichen: Was Männer schmückt”, algo como “Adorno e sinal: o que enfeita os homens”. A mostra percorre cerca de 10 mil anos de joias masculinas, da Idade da Pedra aos dias de hoje, e fica em cartaz até 25 de abril de 2027.
O que está em exibição
- Pingentes de marfim de mamute da pré-história.
- Ouro celta e ouro cita.
- Braceletes etruscos e a bulla, amuleto usado pelos meninos na Roma antiga.
- Gemas e pérolas do Renascimento e do Barroco.
- Abotoaduras e anéis de sinete do século 19.
- Relógios de luxo e joias de gênero fluido.
Como a mostra está organizada
A exposição ocupa o Altes Schloss, o antigo castelo da cidade, e se divide em oito áreas temáticas, com seções próprias para anéis e relógios. Há empréstimos do Linden-Museum Stuttgart, e estudantes de joalheria da Hochschule Pforzheim expõem trabalhos no saguão.
Joia masculina: poder, fé e afeto
A mostra lembra que, por boa parte da história, os homens se enfeitaram tanto quanto as mulheres. Joias indicavam status, proteção, fé e pertencimento. O anel de sinete, por exemplo, era assinatura e documento. Hoje, essas funções mudaram, mas a vontade de marcar momentos e identidade com uma joia continua a mesma.
O que os homens usam hoje
- Correntes de ouro de elo marcante.
- Braceletes rígidos e pulseiras discretas.
- Anéis lisos ou com uma pedra só.
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