O ouro viveu um 2026 de montanha-russa. Em meados de outubro, a onça (cerca de 31 gramas) era negociada perto de US$ 4.160 no mercado internacional. O valor fica aproximadamente 25% abaixo do recorde histórico, de quase US$ 5.600, atingido no fim de janeiro.
Como chegamos até aqui
Em 2025, o ouro subiu cerca de 65%, puxado pela compra de bancos centrais, pela inflação e pela incerteza econômica. O ritmo continuou no começo de 2026 até o pico de janeiro. Depois veio uma correção forte e, desde o meio do ano, o preço oscila numa faixa mais estável, ainda assim um pouco acima de um ano atrás.
O que os analistas esperam
As grandes instituições seguem otimistas para os próximos meses, com projeções que vão de uma recuperação gradual até a volta ao recorde em 2027. Mas previsão é previsão: juros, dólar e geopolítica podem mudar o cenário rapidamente. Este texto não é recomendação de investimento.
O que isso tem a ver com a sua joia
O preço de uma joia em ouro 18k acompanha o metal. Quando o ouro sobe, a reposição fica mais cara para todo o mercado. Por isso, momentos de correção costumam ser bons para quem já queria comprar.
Vale lembrar que o ouro 18k tem 75% de ouro puro, por isso também é chamado de ouro 750. Os outros 25% são ligas que dão resistência e definem a cor: amarelo, branco ou rosé.
Joia não é barra, e isso é bom
Uma barra de ouro fica guardada no cofre. A joia em ouro 18k você usa todo dia, e ela continua tendo valor. É o tipo de luxo que não perde sentido: não escurece, não descasca e passa de geração em geração.
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Fontes: Macrotrends e MetalCharts.
