A venda da De Beers ganhou dois nomes de peso nesta semana. Segundo a Bloomberg, a Richemont, dona de maisons como Van Cleef & Arpels e Jaeger-LeCoultre, e a Signet, maior varejista de joias com diamantes do mundo, conversam para entrar no consórcio que lidera a compra da mineradora.
Quem está na mesa
O grupo se chama Global Diamond Consortium e é liderado por Gareth Penny, que comandou a De Beers entre 2006 e 2010. Em julho, a Anglo American escolheu o consórcio como comprador preferencial da sua fatia de 85% na empresa. Os outros 15% pertencem ao governo de Botsuana.
- Namíbia, Angola e Botsuana já estão comprometidos com o negócio, além de investidores privados.
- Botsuana negocia aumentar sua participação para cerca de 25%.
- A participação de Richemont e Signet seria pequena, segundo a Bloomberg, e ainda não está garantida.
Por que isso importa
A De Beers atravessa um período difícil: preços de diamantes em queda, demanda fraca na China, concorrência dos diamantes de laboratório e tarifas nos Estados Unidos. Ter grandes compradores de diamantes naturais como sócios pode dar mais força ao setor. Um analista do RBC lembrou que a Richemont é uma grande usuária de diamantes da De Beers, e a empresa já descartou publicamente usar pedras de laboratório.
Próximos passos
Não há cronograma oficial. A meta da Anglo American é concluir a venda no segundo semestre de 2026. Até lá, o mercado acompanha cada movimento, porque quem controlar a De Beers terá peso direto na oferta de diamantes naturais.
O que fica para quem compra joias
Para o consumidor, a notícia reforça o valor do diamante natural com procedência clara. Na hora da compra, exija certificado e informações sobre a origem da pedra.
Diamantes naturais, ouro 18k e design atemporal: na Rainha da Riviera você encontra a melhor curadoria de joias para presentear quem ama ou para se presentear. Conheça nossas joias com diamantes, as Rivieras Clássicas e a coleção completa de joias em ouro 18k.
Fonte(s): National Jeweler; Rapaport
