Uma das melhores notícias de outubro para quem ama joias não é um lançamento, e sim uma exposição. "Nature Adorned" abriu em 9 de outubro no museu Crystal Bridges, em Bentonville, no Arkansas (EUA), e reúne joias e gemas do arquivo histórico da Tiffany & Co.
Joalheria como arte
A proposta é colocar a Tiffany, fundada em 1837, dentro da história da arte americana. As joias aparecem ao lado de pinturas e objetos do acervo do museu, mostrando como a natureza inspirou artistas e joalheiros ao mesmo tempo.
Os destaques
- Arkansas Diamond: 27,21 quilates, um dos maiores diamantes já encontrados nos Estados Unidos. A Tiffany comprou a pedra em 1945.
- Colar "Hedges and Flowers", de Jean Schlumberger: feito entre 1978 e 1987, em ouro e platina, com diamantes, turmalina rubelita e turquesa.
- Broche de orquídea de George Paulding Farnham: criado no fim do século XIX, quando as orquídeas da Tiffany fizeram sucesso em exposições mundiais.
Serviço
A exposição fica em cartaz até 29 de março de 2027, com entrada gratuita.
Diamante brasileiro também tem história
Curiosidade: antes de a África do Sul virar a grande fonte mundial, no século XIX, o Brasil foi o maior produtor de diamantes do mundo por mais de cem anos, com as minas de Diamantina, em Minas Gerais. Muitas joias históricas europeias levam pedras brasileiras.
O que essa exposição ensina
Joia boa é a que vira história. Um colar feito há 40 anos continua sendo admirado hoje porque une material nobre, desenho atemporal e acabamento impecável. É assim que pensamos cada joia da Rainha da Riviera: para passar de geração em geração.
Veja nossa coleção de Alta Joalheria.
Fonte: Jeweler Collective.
